Describing the surreal hallucinations, insomnia and nightmarish visions he experienced while consuming daily large amounts of laudanum, Thomas De Quincey’s legendary account of the pleasures and pains of opium forged a link between artistic self-expression and addiction, and paved the way for later generations of literary drug-takers from Baudelaire to Burroughs.
Throughout history, some books have changed the world. They have transformed the way we see ourselves – and each other. They have inspired debate, dissent, war and revolution. They have enlightened, outraged, provoked and comforted. They have enriched lives – and destroyed them. Now Penguin brings you the works of the great thinkers, pioneers, radicals and visionaries whose ideas shook civilization and helped make us who we are.
| ISBN | 9780141043890 |
|---|---|
| Ano | 2009 |
| Número de páginas | 128 |
| Capa | Brochado |
| Editora | Penguin |
| Categorias |
Livros > Literatura
Thomas De Quincey
Menino prodígio, ávido leitor em criança, precoce classicista, Thomas de Quincey (1785-1859) fez de tudo para fugir aos epítetos que lhe queriam colar ao epitáfio. Na adolescência fugiu da escola para passar Invernos na penúria, a vadiar pelas ruas; na juventude entrou em Oxford, mas saiu de lá sem o diploma porque não compareceu ao último exame. Viciado no ópio e afogado em dívidas, escreveu mais de duas centenas de artigos de filosofia, história, estética, crítica literária e política, muitos deles reunidos nos livros Confissões de Um Opiómano Inglês (1821) ou O Assassínio como Uma das Belas-Artes. Com uma escrita subversiva e refinada que é uma verdadeira uma lição de humor negro e de retórica, os seus ecos repercutem-se ainda hoje no fascínio das artes — e do público — pelo terror, o crime, o lado negro da vida. |


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