Atravessamos uma época em que a conversa, pelo menos a presencial, se torna cada vez mais rara. Daí a importância da arte de conversar, que procura desenvolver modos de partilhar a palavra e encorajar o diálogo.
Houve, no passado, pensadores que procuraram aperfeiçoar esta arte como meio de obter prazer e felicidade. Entre eles, estão certamente Jonathan Swift e André Morellet.
Qualquer um de nós se reconhece nos principais «vícios» que, segundo eles, perturbam a conversa, como a desatenção, o hábito de interromper, falar ao mesmo tempo que outros, a pressa em mostrar-se inteligente ou engraçado, o espírito da contradição, a disputa inútil e as conversas particulares que se substituem à geral.
Outros «vícios», em tempos mais recentes, vieram juntar-se a estes, como ligar a televisão às refeições ou usar o telemóvel a qualquer momento.
| ISBN | 9789897836404 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 96 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Relógio d’ Água |
| Coleção | Ensaios Singulares |
| Categorias |
Livros > Literatura
André Morellet
André Morellet nasceu em Lyon, em 1727, e morreu em Paris, em 1819. Escritor e filósofo, colaborou na escrita da Encyclopédie com artigos sobre religião. É o autor de Mélanges de littérature et de philosophie du 18e siècle e tradutor de Dos Delitos e das Penas, de Beccaria. Traduziu igualmente os romances ingleses O Monge, de Matthew Gregory Lewis, e Gaston de Blondeville, de Ann Radclife. |


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