É certo e sabido que vivemos rodeados de sabujos* da mesma forma que pululam por essas estradas fora os maus condutores. No entanto, quer num caso quer no outro, jamais algum deles se assumirá como tal; os outros é que o são.
Ciente da sua importância no nosso quotidiano, o autor constatou que a sabujice, enquanto forma de agir, ainda não tinha merecido o tratamento que lhe seria devido por parte dos autores hodiernos, algo que com o presente ensaio pretendeu colmatar.
De forma despretensiosa, abrangente e inclusiva, contudo, plena de acicate e de objectiva assertividade, Rui Teixeira da Mota traz-nos um ensaio sobre uma matéria assaz fracturante na nossa sociedade.
Um ensaio que poderá interessar não só aos sabujos, mas a todos aqueles outros que os querem compreender.
* indivíduo lacaio, servil, bajulador, capacho, lambe‑botas ou lambe‑cus, graxista ou engraxador, manteigueiro, adulador e lisonjeador, chega‑se até a apodá‑lo de chupa‑pilas.
| ISBN | 9789897028564 |
|---|---|
| Ano | 2022 |
| Número de páginas | 160 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Guerra & Paz |
| Categorias |
Livros > Literatura
Rui Teixeira da Mota
Rui Teixeira da Mota. Nasceu em Angola, em 1966. Ainda muito jovem veio viver para Portugal com os pais. É empregado bancário. Licenciado em Ciências Sociais e Políticas, sempre teve grande interesse pelas letras. Foi radialista, bloguer e escreveu para jornais online. Depois da sua estreia em Lá onde Angola acaba e a Zâmbia começa…, este é o seu segundo romance. |


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