A história da Europa não é linear e também não o é a sua identidade possível. Entre contradições e conflitos, dúvidas e colapsos, inquietações e incertezas, realizações e descobertas, uma certa necessidade de transcendente que é sentida pelas sociedades tem evoluído.
| ISBN | 9789898662408 |
|---|---|
| Ano | 2013 |
| Número de páginas | 96 |
| Capa | Cartonada |
| Editora | Fundação Francisco Manuel dos Santos |
| Coleção | Ensaios FFMS |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
Vasco Graça Moura
Personagem polifacetada da vida cultural portuguesa (Foz do Douro, 3 de Janeiro de 1942 ? Lisboa, 27 de Abril 2014). Poeta, romancista, ensaísta, tradutor, foi secretário de Estado de dois Governos provisórios, desempenhou funções diretivas na RTP, na Imprensa Nacional e na Comissão para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Em 1999, foi eleito deputado ao Parlamento Europeu. Para ele, a poesia “é uma questão de técnica e de melancolia”, crescendo d’A Furiosa Paixão pelo Tangívelatravés de uma densa rede metafórica que combina a intertextualidade, relacionada especialmente com Camões, Jorge de Sena, Dante, Shakespeare e Rilke, objetos privilegiados de estudo deste autor, e uma tendência ironicamente discursivista assente na agilidade sintática. É autor de três ensaios sobre Camões:Luís de Camões: Alguns Desafios(1980),Camões e a Divina Proporção(1985) eSobre Camões, Gândavo e Outras Personagens(2000). Em 1996, a sua obra foi reunida em volume. Dos títulos deste autor, podemos salientarConcerto Campestre, os romancesQuatro Últimas Canções(1987) eMeu Amor Era de Noite(2001), os livros de poesiaUma Carta no Inverno, que lhe valeu o prémio da APE, ePoemas com Pessoas(ambos de 1997). Recebeu o Prémio Pessoa em 1995 e a medalha de ouro da Comuna de Florença em 1998, ambos atribuídos à sua tradução daDivina Comédia de Dante. |


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