O comportamento e a mente dos indivíduosquando estão em grupo são absolutamente distintosde quando agem e pensam isoladamente.
A Psicologia das Massas foi publicado por todo o mundo em ediçõessucessivas e tornou-se um clássico instantâneo, sendo traduzido em mais de20 idiomas e aplaudido internacionalmente.
Algumas das ideias presentes neste livro tornaram-se evidentes, de formabastante perturbadora, ao longo dos últimos anos: tais como o potencialautoritário latente em determinados estados e o processo global de reduçãoda privacidade dos indivíduos.
É também explicado o comportamento irracional das massas, a impulsividadee a pobreza da razão presentes numa multidão comum, e ainda o estado dehipnose frenética em que se encontram as pessoas inseridas em grandesmassas humanas.
Um clássico essencial para compreender anatureza irracional dos humanos quando inseridos em coletivos.
| ISBN | 9789895706372 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 176 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Alma dos Livros |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Psicologia
Gustave Le Bon
Charles-Marie Gustave Le Bon (1841-1931) foi um importante polímata francês, cujas áreas de interesse e estudo incluíam a Antropologia, a Psicologia, a Sociologia, a Medicina e a Física. Nascido em Nogent-le-Rotrou, Le Bon formou-se em Medicina na Universidade de Paris, em 1866. No entanto, optou por nunca exercer a profissão, preferindo dedicar-se à investigação e à sua carreira de escritor. Publicou uma série de artigos e livros científicos antes de ingressar no Exército Francês após o início da Guerra Franco-Prussiana. A derrota na guerra, aliado a ter sido testemunha em primeira mão da Comuna de Paris de 1871, moldou fortemente a visão do mundo de Le Bon. Viajou então por toda a Europa, Ásia e norte de África. Estudou os povos e civilizações que encontrou de acordo com a recém-criada Antropologia, desenvolvendo uma visão essencialista da humanidade. Depois de 1890, juntou a Psicologia e a Sociologia aos seus estudos, áreas em que publicou as suas obras de maior sucesso. Le Bon desenvolveu a visão de que as multidões não são a soma das suas partes individuais, propondo antes que dentro destas se forma uma nova entidade psicológica. Ao mesmo tempo, desenvolveu as suas teorias psicológicas e sociológicas, realizou experiências na área da física e publicou livros populares sobre o assunto, chegando mesmo a antecipar a equivalência de massa-energia e a profetizar a Era Atómica. Le Bon manteve os seus interesses ecléticos até à sua morte, em 1931. Desprezado pela academia francesa em vida, devido às suas opiniões politicamente conservadoras e reacionárias, Le Bon foi um dos maiores críticos do socialismo e uma influência reconhecia de personalidades tão díspares como Roosevelt, Mussolini, Freud, Hitler, José Ortega y Gasset ou Lenine. |


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