O agente de execução tem um papel central na ação executiva, competindo-lhe a direção e condução, em geral, do processo. Sucede que a grande maioria dos atos e decisões daquele órgão não é fiscalizada pelo juiz, que só intervém, por regra, a posteriori, a pedido de algum interessado. Mesmo neste caso, pode suceder que a intervenção do juiz deixe por eliminar alguns dos efeitos produzidos pela atividade do agente de execução, em particular os danos provocados na esfera jurídica do interessado afetado. Põe-se, então, o problema de saber em que termos é que o agente de execução responde (patrimonialmente) perante o lesado e se o Estado também pode ser responsabilizado por este e, em caso afirmativo, em que condições. Com a presente obra, pretende-se contribuir para o debate desta problemática, traçando os aspetos essenciais do regime jurídico da figura do agente de execução, percorrendo ainda as posições adotadas pela doutrina e jurisprudência nacionais, para concluir com a solução que se considera corresponder melhor ao conjunto dos dados do direito positivo vigente.
| ISBN | 9789724071244 |
|---|---|
| Ano | 2017 |
| Número de páginas | 130 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Almedina |
| Coleção | Monografias |
| Categorias |
Livros > Direito > Direito Processual
Pedro Edgar Mineiro
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