Ciccio already has many problems: romantic failure, an older brother who seems intent on breaking the heart of every beautiful woman in São Paulo, a distant and larger-than-life father. When Ciccio finds, among the many of his father’s books that line the walls of their house, a troubling letter dated ‘December 21, 1931. Berlin’, his existential crisis only intensifies.
It seems that his father once had a child with another woman – a German son whose fate remains unclear. Ciccio sets out on a mission to locate his lost half-brother, and to win the respect of his father. But as Brazil’s military government cracks down on dissent, and rumours of arrests and disappearances spread, while Ciccio has been out looking for his German brother, he finds that he has taken his eye off his immediate family…
In writing My German Brother, acclaimed Brazilian novelist and musician Chico Buarque was driven by the desire to find out what happened to his own German half-brother – whether he survived the war in a bomb-ravaged Berlin, whether he had joined the ranks of the Hitler Youth. His novel has been a project of a lifetime, one that makes use of what happened, what might have happened, and pure imagination, in order to weave together the threads of narrative and arrive at a truth.
| ISBN | 9781509806461 |
|---|---|
| Ano | 2019 |
| Número de páginas | 160 |
| Capa | Brochado |
| Editora | MacMillan |
| Categorias |
Livros > Literatura
Chico Buarque
Escritor, compositor e cantor popular brasileiro, Francisco Buarque de Hollanda nasceu a 19 de junho de 1944, no Rio de Janeiro. Filho do historiador Sérgio Buarque de Hollanda, cedo se habituou a conviver com o mundo das artes e das letras. As reuniões da casa paterna eram frequentadas por intelectuais e artistas, entre os quais Vinicius de Moraes, que mais tarde viria a assinar uma meia dúzia de temas em parceria com o jovem Chico Buarque (incluindo Valsinha), e também pelos amigos da sua irmã Heloísa – Baden Powell, Óscar Castro Neves, Alaíde Costa. Da irmã receberia as primeiras lições de violão e de João Gilberto as primeiras influências musicais. Em meados dos anos sessenta, no início da bossa-nova e em pleno movimento de agitação social, Chico Buarque abandonou o curso de Arquitetura para se dedicar definitivamente ao violão e à escrita. Em 1965 gravou o primeiro single, com as canções Sonho de um Carnaval e Pedro Pedreiro. Compôs a música para o espetáculo Morte e Vida Severina, baseado no poema homónimo de João Cabral de Melo Neto, exibido no Teatro da Universidade Católica em S. Paulo e que veio a vencer o Festival de Teatro Universitário de Nancy, em França. Musicou igualmente o Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles. O tema A Banda, interpretado por Nara Leão em 1966, tornou-se um sucesso internacional. Nesse mesmo ano viria a editar o seu primeiro LP, Chico Buarque de Hollanda. A peça Roda Viva, mais tarde proibida pela censura, é levada à cena com os seus próprios textos. E nessa época colaborava já com grandes nomes da música popular brasileira, como Tom Jobim, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Elis Regina, Gal Costa e Maria Bethânia. |


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