Neste ensaio, Rodrigo Magalhães defende que o corpus de obras de Nadir Afonso revela o espaço preferencial de ação desmemoriada e sem linguagem intelectiva para o capturar, sem começo determinado nem fins determináveis. Dentro dos sobressaltos, dos apaziguamentos, das intempéries, dos magnetismos e perceções infrenes, a sua obra transmite uma secção de acalmia mediada por relações de harmonia com o espaço de envolvência artística.
| ISBN | 9789897464263 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 120 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Universidade do Porto |
| Coleção | Arte e Pensamento |
| Categorias |
Livros > Artes > Arte
Rodrigo Magalhães
Rodrigo Magalhães nasceu em 1993. Doutorado em História da Arte, versando sobre a obra de Alberto Carneiro, Pedro Cabrita Reis e Rui Chafes. Escreve regularmente artigos em jornais e revistas sobre aspectos das Artes Visuais, da Estética, da Literatura, do Cinema e da Música, bem como em catálogos de exposições. Publicou no ano de 2026 Emerenciano. À Procura da Linha Recta, pelas Edições Afrontamento. |


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