«As felicidades haviam de vir: e para as apressar eu fazia tudo o que devia como português e como constitucional: — pedi-as todas as noites a Nossa Senhora das Dores, e comprava décimos da loteria.»
Uma campainha tinida em Lisboa transforma, por obra do Diabo, um mandarim morto na China num funcionário régio rico em Lisboa. Se a avareza é um pecado fácil de autojustificar, o mesmo não acontece com o homicídio: atormentado pelas consequências da sua ganância, Teodoro, o novo rico sem hífen, mergulha num profundo dilema existencial que tentará sanar por todos os meios.
Nesta novela alegórica sobre a fragilidade da moral e da ética, Eça de Queirós explora o cenário hipotético que oferece a um homem a possibilidade de cometer um crime sem ser descoberto.
| ISBN | 9789895896097 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 144 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Penguin Clássicos |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Eça de Queirós
Eça de Queirós nasceu em 1845. Depois do liceu no Porto, cursou Direito em Coimbra. Viveu em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. A sua obra maior é o romance Os Maias, publicado em dois volumes em 1888, na sequência de títulos como O Crime do Padre Amaro (1875), O Primo Basílio (1878) ou A Relíquia (1887). Grande parte da sua obra foi publicada depois da sua morte, a 16 de agosto de 1900, em Paris. |


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