Existe um «tempo português», no sentido cronológico, descrito e medido como por nenhum outro povo? De onde virá a nossa má relação com os hábitos de pontualidade? E a história da nossa relojoaria, o que diz sobre nós? Porque desapareceu ou está hoje ao abandono, sem funcionar, muito do património relojoeiro nacional? Este livro analisa como Portugal tem vivido o tempo, nos seus aspectos culturais, sociológicos, económicose científicos. A viagem percorre sete mil anos, dos alinhamentos megalíticos aos relógios atómicos, passando pelos de sol e pela relojoaria mecânica, nas suas vertentes grossa (detorre), média (de sala, de parede, de mesa) e fina (de bolso e de pulso). O destino final é um país com um atraso endémico na sua relação com Cronos e a explicação para este nosso fado.
| ISBN | 9789899243248 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 128 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Fundação Francisco Manuel dos Santos |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia > Ciências Sociais
Fernando Correia de Oliveira
Fernando Correia de Oliveira nasceu em Lisboa, em 1954, é jornalista desde 1974 (ANI, ANOP, NP, LUSA, Público). Foi o primeiro correspondente português em Pequim (1988-1990) e é freelancer desde 2002. É mestre em História e Filosofia das Ciências pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, com a dissertação «A introdução do relógio mecânico em Portugal». Investiga, divulga e publica há mais de três décadas sobre temas ligados à horologia. Voluntário no Arquivo Ephemera, coordena os seus núcleos do Tempo e da Gastronomia. |


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