Abertura de João Barrento
Yvette K. Centeno publicou na Amazon dois volumes de escrita auto-biográfica, de reflexão filosófica, de observação do mundo, intitulados Sintomas; o primeiro, cobre o período de 13 de Junho de 2013 a 31 de Dezembro de 2014; o segundo, o período de 1 de Janeiro de 2015 a 31 de Dezembro de 2016. Respeitando a vontade expressa da autora, neste Recomeço integramos os textos daqueles volumes e os originais de dois volumes intitulados Acabar (I) e Acabar (II), que cobrem o período 13 de Junho de 2013 a 31 de Dezembro de 2022.
A abrir este volume, singular a todos os títulos, um texto de amizade de João Barrento, que termina assim:
«Hoje, apesar de todos os males do mundo e do corpo, a palavra continua a mover-se – eppur si muove! –, num eterno Recomeço, como o deste planeta ameaçado mas ainda não morto! Continuemos então, ainda e sempre entre silêncios. Tu já sabias que esse é o caminho, quando escreveste:
Cultivemos a planta
do silêncio: negro-musgo.
(…)
[Com] palavras
talhadas a cutelo
| ISBN | 9789899154889 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 756 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Companhia das Ilhas |
| Categorias |
Livros > Literatura
Yvette K. Centeno
Yvette K. Centeno nasceu em Lisboa, em 1940, numa família de origem germano-polaca. É casada, tem quatro filhos, e em sua casa a música e a literatura estiveram sempre presentes. Licenciou-se em Filologia Germânica com uma dissertação sobre O Homem Sem Qualidades, de Musil, e doutorou se com uma tese sobre A Alquimia no Fausto de Goethe. É desde 1983 Professora Catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde fundou o Gabinete de Estudos de Simbologia, actualmente integrado no Centro de Estudos do Imaginário Literário. Ainda em estudante interessou-se por teatro, escreveu peças e rábulas, fundou o CITAC em Coimbra. Tem publicado literatura infantil, ensaio de investigação, poesia, teatro e ficção, com romances como Três Histórias de Amor (1994), Os Jardins de Eva (1998) e Amores Secretos (2006), tendo parte da sua obra traduzida em França, Espanha e Alemanha. Entre os autores que traduziu contam-se Shakespeare, Goethe, Stendhal, Brecht, Celan e Fassbinder. |


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