Um manifesto que convoca a literatura e a linguagem a lutar contra a sombra e a defender o futuro.
De Dante a Thunberg e de Kafka a Trump, pelo País das Maravilhas de Alice ou nos labirintos da IA, acreditando ou não em unicórnios, o mais recente ensaio de Alberto Manguel põe-nos perante a nossa actual idade das trevas e procura nas palavras, nas histórias partilhadas e na literatura um caminho de resistência — porque só uma sociedade que consegue verbalizar a injustiça tem esperança de redenção.
«A literatura vem depois dos acontecimentos, interagindo com o futuro, pairando sobre a fogueira do carrasco, relatando às gerações vindouras a injustiça cometida. E, ainda assim, até nos casos da maior poesia, só as línguas das vítimas são as verdadeiras línguas de fogo.»
Alberto Manguel
| ISBN | 9789895950935 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 184 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Tinta da China |
| Categorias |
Livros > Literatura
Alberto Manguel
Alberto Manguel (1948, Buenos Aires) cresceu em Telavive e na Argentina, e adoptou a nacionalidade canadiana em 1982. Aos 16 anos, trabalhava na livraria Pygmalion, em Buenos Aires, quando Jorge Luis Borges lhe pediu que lesse para ele em sua casa. Foi leitor de Borges entre 1964 e 1968. Em 1968, mudou‑se para a Europa. Viveu em Espanha, França, Itália e Inglaterra, ganhando a vida como leitor e tradutor para várias editoras. Editou cerca de uma dezena de antologias de contos sobre temas tão díspares como o fantástico ou a literatura erótica. É ensaísta, romancista premiado e autor de vários bestsellers internacionais, como Dicionário de Lugares Imaginários, Uma História da Curiosidade, A Biblioteca à Noite, Embalando a Minha Biblioteca, Com Borges, Uma História da Leitura, Um Diário de Leituras e Todos os Homens São Mentirosos (publicados pela Tinta‑da‑china entre 2013 e 2023). Publicou em Portugal, em estreia mundial, o Livro de Receitas dos Lugares Imaginários (2021) e Guia de Um Perplexo em Portugal (2022). Foi director da Biblioteca Nacional da Argentina entre 2016 e 2018. Recebeu o Prémio Formentor das Letras em 2017. Actualmente, vive em Lisboa, onde dirige o Espaço Atlântida. |


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