Neste livro centro-me nos desafios aos direitos humanos quando confrontados com os movimentos que reivindicam a presença da religião na esfera pública. Estes movimentos, crescentemente globalizados, e as teologias políticas que os sustentam constituem uma gramática de defesa da dignidade humana que rivaliza com a que subjaz aos direitos humanos e muitas vezes a contradiz. As concepções e práticas convencionais ou hegemónicas dos direitos humanos não são capazes de enfrentar esses desafios nem sequer imaginam que seja necessário fazê-lo. Como procuro demonstrar ao longo deste livro, só uma concepção contra-hegemónica de direitos humanos pode estar à altura destes desafios.
Mário Soares recomenda a leitura do livro “Se Deus Fosse Um Activista dos Direitos Humanos” de Boaventura de Sousa Santos
“(…) o ilustre professor catedrático da Universidade de Coimbra e de universidades americanas e brasileiras Boaventura de Sousa Santos ofereceu-me um seu novo e interessante livro intitulado Se Deus Fosse Um Ativista dos Direitos Humanos. Um livro que recomendo vivamente aos leitores que o quiserem ler, tão atual é nos tempos que correm.”
Mário Soares
in DN, 17 de dezembro 2013
“Deus Activista dos Direitos Humanos” – publicado no Público, 18 de maio 2014
| ISBN | 9789724052564 |
|---|---|
| Ano | 2013 |
| Número de páginas | 160 |
| Edição | Reimpressão 2026 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Almedina |
| Coleção | Boaventura de Sousa Santos |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia > Ciências Sociais
Boaventura de Sousa Santos
Boaventura de Sousa Santos é professor catedrático jubilado da Universidade de Coimbra e Distinguished Legal Scholar da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos. É também director emérito do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e coordenador científico do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa. Em 2020, as Edições 70 deram início à publicação das obras completas do autor, com a publicação de O Futuro Começa Agora (2020) e a recuperação de A Gramática do Tempo (2022) e Estado e Sociedade em Portugal (1974–2024). Nos Cinquenta Anos do 25 de Abril (2024). |


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