Divertido e inesperado, Se Nietzsche Fosse um Narval revela como a inteligência humana pode ser mais uma ameaça do que uma dádiva — e como o reino animal vive perfeitamente bem sem ela.
À primeira vista, a história humana parece celebrar a nossa genialidade: inventámos a escrita, criámos arte e ciência, erguemos cidades e atravessámos oceanos e o espaço. Mas esta «excecionalidade» tem um lado sombrio — angústia existencial, violência, discriminação e um planeta à beira do colapso. Aquilo que encaramos como uma bênção pode, afinal, revelar-se uma maldição.
Justin Gregg argumenta que há uma razão evolutiva para a inteligência humana ser tão rara: os outros animais simplesmente não precisam dela para prosperar — e fazem-no sem se destruir a si próprios nem ao mundo.
Comparando linguagem, racionalidade, moral e consciência humanas com as dos nossos parentes animais, Gregg desmonta muitas das ideias que temos sobre a nossa suposta superioridade.
O resultado é surpreendente e transformador. Destinado a tornar-se um clássico, Se Nietzsche Fosse um Narval questiona o mito da «espécie superior » e revela uma verdade muito mais estranha — e muito mais fascinante — do que imaginamos.
| ISBN | 9789895776610 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 264 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Talento Intemporal |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
Justin Gregg
Justin Gregg é investigador sénior no Dolphin Communication Project e professor convidado na St. Francis Xavier University, no Canadá, onde leciona comportamento e cognição animal. Natural do Vermont, estudou as capacidades de ecolocalização de golfinhos no Japão e nas Baamas. Atualmente vive numa zona rural da Nova Escócia, onde escreve sobre ciência e contempla as vidas interiores dos corvos que habitam perto de sua casa. |


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