Existirá algum modo de conferir sentido aos tempos que vivemos, repletos de guerra e destruição? Na sua análise, Hannah Arendt refere que a glorificação da violência não se restringe a uma pequena minoria de militantes e extremistas. A sensação de repulsa pública pela violência que se sentia após a Segunda Guerra Mundial dissipou-se, assim como as filosofias de não-violência dos primeiros movimentos de direitos civis. Como sucedeu esta mudança? Aonde nos irá levar?
Para responder a estas perguntas, Hannah Arendt põe diversas teorias sobre violência numa perspetiva histórica, reexaminando a relação entre guerra, política, violência e poder. Questiona a natureza do comportamento violento, aponta as causas da sua manifestação e argumenta contra a máxima de Mao Tsé-Tung — «O poder está no cano de uma arma», considerando que «o poder e a violência são contrários; quando um deles governa absolutamente, o outro está ausente».
«Na literatura sobre a violência, um nicho especial deve ser reservado a este estudo. Incisivo, aprofundado, numa escrita simples e elegante, fornece as bases ideais para o entendimento da turbulência em que vivemos hoje em dia.» [The Nation]
| ISBN | 9789897837500 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 120 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Relógio d’ Água |
| Coleção | Antropos |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
Hannah Arendt
Hannah Arendt nasceu em Hanôver, na Alemanha, em 1906. Estudou nas universidades de Marburg e Freiburg e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Heidelberg, onde foi aluna de Karl Jaspers. Mudou-se para França em 1933. Em 1941, deslocou-se para os Estados Unidos, tornando-se cidadã norte-americana dez anos mais tarde. |


Reviews
There are no reviews yet.