Este livro surge num momento crítico da sociedade portuguesa e europeia. Em Portugal, após os sucessos orçamentais dos últimos dois anos, o Governo apresenta a sua estratégia orçamental para o país no Programa de Estabilidade 2018-2022, que se segue a um anterior algo restritivo e pouco realista.
Vários grupos profissionais realizam greves, apresentando ao Governo reivindicações que pressionam um aumento da despesa. Na Europa discute-se a reforma da arquitetura da União Económica e Monetária. É, pois, um tempo oportuno para debater a política orçamental do país. Este livro identifica a margem de manobra que Portugal deverá ter nos próximos cinco anos, e algumas das difíceis opções de política, no contexto de uma estratégia orçamental considerada sustentável do ponto de vista económico, social e político. Uma análise essencial para se decidir de forma responsável o nosso futuro coletivo.
| ISBN | 9789724074535 |
|---|---|
| Ano | 2018 |
| Número de páginas | 196 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Almedina |
| Coleção | Fora de Coleção |
| Categorias |
Livros > Ciências Económicas > Economia
Paulo Trigo Pereira
Professor Catedrático do ISEG/Universidade Técnica de Lisboa (http://www.iseg.utl.pt/~ppereira). É autor de livros (Portugal: Dívida Pública e Défice Democrático (FFMS, 2012); O Prisioneiro, o Amante e as Sereias: Instituições Económicas, Políticas e Democracia (Almedina 2008); e Economia e Finanças Públicas (2012) este em co-autoria) e artigos científicos nas áreas de finanças públicas, escolha pública, instituições económicas e políticas. Foi investigador associado em várias Universidades (Amsterdam, Leicester, London School of Economics, New York University e Yale University). Tem sido o coordenador do Mestrado em Economia e Políticas Públicas no ISEG, e o responsável das disciplinas de Economia e Finanças Públicas e Public Economics (1º ciclo), Economia das Instituições, Análise Económica do Direito, Decisões Públicas e Financiamento Local (2º ciclo). Participou em vários projectos de investigação na área de finanças públicas e finanças locais tendo sido o Coordenador do Grupo de Trabalho para a Revisão da Lei das Finanças Locais (2/2007) e membro da Comissão para Reforma do Estado (2006). É cronista regular do jornal Público.
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