Depois de Cadernos de Bernfried Jarvi a Snob publica agora ZOV. Mais um livro que nos leva numa viagem sem mapa, caótica e subversiva, com qualquer coisa que parece assemelhar-se a um palco em pano de fundo e algumas personagens em cena. Mas não se iludam com esta descrição, este é um livro que não se encaixa em lado nenhum, um vendaval de leitura, um terramoto literário.
“Uma adivinha: o que é melhor do que deus, pior do que o diabo… que os mortos não comem… [Hesita.] Não, que os mortos comem… [Hesita, de novo.] Sim, que os mortos comem… E que os vivos… [Faz um esforço para se lembrar.] Como era? E que se os vivos comerem… E que se os vivos comerem, morrem? Será assim? Esqueci-me. Bom, toda a gente sabe a resposta: é o Nada.
O relógio da câmara marca as sete horas: dlão, dlão, dlão, dlão, dlão, dlão, dlão.
Minhas senhoras e meus senhores, vamos começar!
Abre os braços.
Atenção, por favor! Voici nos personnages.“
Rui Manuel Amaral é tantas coisas que é difícil dar-lhe uma linha que o defina. Autor, editor, agitador cultural, tradutor, antologiador. Na Snob já foi tudo isto, fora da Snob o céu tem sido o limite.
| ISBN | 9786120020302 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 151 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Snob |
| Categorias |
Livros > Literatura
Rui Manuel Amaral
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