ESTE LIVRO analisa a receção e o processo de construção da Revolução de 25 de Abril de 1974 pelos media espanhóis e internacionais. Original nos seus propósitos e minucioso na análise dos meios através dos quais a visão da Revolução portuguesa foi construída em Espanha, o trabalho de Rita Luís evidencia a importância do exemplo português na discussão sobre o processo de transição espanhol.
Ao destacar não só a visão dos media espanhóis, mas também como estes se inserem em redes transnacionais de produção e circulação de informação, este livro encontra-se na vanguarda da «internacionalização» dos estudos sobre a Revolução portuguesa, até agora sobretudo de enfoque nacional. A Revolução a que se Pode Ir de Carro constitui, sem dúvida, um marco importante para a historiografia sobre as transições políticas em Portugal e Espanha.
PEDRO RAMOS PINTO, Universidade de Cambridge
| ISBN | 9789726717881 |
|---|---|
| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 306 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Ics – Imprensa de Ciências Sociais |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > História
Rita Luís
Rita Luís é investigadora no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e no Laboratório Associado IN2PAST, com financiamento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia. O seu trabalho centra-se na história dos media, censura e transferências culturais no contexto ibérico. Atualmente, desenvolve um projeto individual sobre o quotidiano da censura ibérica. Entre 2022 e 2024, foi investigadora responsável de um projeto coletivo, também financiado pela FCT. Editou, em 2024, Por enquanto, o Povo Unido ainda não Foi Vencido. Crónicas 1974-1975 (Tinta-da-china), uma antologia de crónicas do escritor Manuel Vázquez Montalbán dedicadas à análise do processo revolucionário em Portugal. O livro A Revolução a que se Pode Ir de Carro. Portugal, Espanha e os media (1974-1975) resulta da sua tese de doutoramento, defendida em 2015 na Universitat Pompeu Fabra, em Barcelona. |


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