O livro-homenagem que assinalou o centenário de um dos maiores escritores de sempre da literatura universal.
Nesta biografia crítica, Romain Rolland, escritor laureado com o Prémio Nobel da Literatura de 1915, homenageia outro grande escritor, Lev Tolstói, numa edição revista e aumentada em 1928, por ocasião do centenário do nascimento de Tolstói.
Rolland admirava «a grande alma» de Tolstói, que exerceu especial influência sobre a geração de intelectuais franceses da época, tanto pela originalidade das suas ideias quanto pela magnificência das suas obras. Mais do que a vida literária, que inclui clássicos como Guerra e Paz ou Anna Karénina, o biógrafo analisa aspectos da indissociável vida pessoal de Tolstói, ela própria um romance épico, desde a infância aristocrática e a participação na Guerra da Crimeia até à morte na estação de Astapovo. Revela ainda como foi um profeta genial, inimigo da Igreja Ortodoxa, e exalta o seu importante legado.
O imenso talento literário de Romain Rolland sobressai nesta biografia, uma das que terão levado Stefan Zweig a afirmar que as biografias de Rolland «serviram de modelo» para os seus próprios livros.
| ISBN | 9789897029554 |
|---|---|
| Ano | 2023 |
| Número de páginas | 216 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Guerra & Paz |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Biografias
Romain Rolland
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1915 Escritor francês, nascido a 29 de janeiro de 1866, em Clamency, e falecido a 30 de dezembro de 1944, em Vézelay, vítima de tuberculose. Foi laureado com o Prémio Nobel em 1915. Doutorou-se em Arte em 1895, foi professor de História da Arte na École Normale de Paris e professor de História da Música na Sorbonne. Para além da sua atividade docente, foi um reconhecido crítico de música. Estreou-se na escrita em 1897 com a peça Saint-Louis, que, juntamente com Aërt (1898) e Le Triomphe de la Raison (1899), fez parte da trilogia Les Tragedies de la Foi (1909). Em 1910 retirou-se do ensino para se dedicar inteiramente à escrita. Na sua obra concilia o idealismo patriótico com um internacionalismo humanista. Escreveu peças de teatro, biografias (Vie de Beethoven, 1903; Mahatma Ganghi, 1924), um manifesto pacifista (Au-dessus de la mêlée, 1915) e dois ciclos romanescos: Jean-Christophe (10 vols., 1904-1912), “roman-fleuve” (segundo as palavras do autor) consagrado a um músico genial, e L’Âme enchantée (7 vols., 1922-1934). Em 1923, fundou a revista Europe. Romain Rolland. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. |


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