Entre definições simplistas que a reduzem a um mero produto intelectual e artístico da elite e atributos antropológicos que a descrevem como manifestação da própria humanidade, faz sentido questionar o sentido da cultura na contemporaneidade, evidenciando a sua dimensão social e agregadora?
Neste ensaio vencedor do Premio Nacional de Ensayo, Antonio Monegal resgata a ideia de cultura de controvérsias estéreis e assume-a como uma atividade intrinsecamente política, indissociável do nosso lugar e intervenção na sociedade: um bem de primeira necessidade que nos permite pensar o mundo e enfrentar os desafios da existência, sem o qual “”corremos o risco de ser como o peixe que não sabe o que é a água””.
| ISBN | 9789897877872 |
|---|---|
| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 200 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Objectiva |
| Categorias |
Livros > Literatura
Antonio Monegal
Antonio Monegal nasceu em Barcelona em 1957. É professor catedrático de Teoria da Literatura e Literatura Comparada na Universidad Pompeu Fabra. Licenciado em Filosofia pela Universidad de Barcelona, doutorou-se em Harvard em 1989 e lecionou na Cornell University. O seu trabalho de investigação incide sobre políticas culturais e a representação da guerra na literatura e nas artes visuais, temas que deram origem aos dois livros da sua autoria publicados na Objectiva: Como o ar que respiramos, publicado na Objectiva em 2024, distinguido com o Premio Nacional de Ensayo 2023; e o que agora publicamos, O Silêncio da Guerra. Entre 2009 e 2013, foi vice-presidente do Consell de Cultura de Barcelona e presidente do seu comité executivo. |


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