UM MANIFESTO DE ESPERANÇA SOBRE O PODER ACTIVISTA DAS PALAVRAS
Num tempo em que as palavras se ouvem por todo o lado mas parecem não chegar, e em que a acção colectiva também não nos tem protegido de constantes ataques aos direitos humanos e aos valores centrais da nossa cultura, John Freeman — ensaísta, editor, poeta, crítico literário — parte em defesa da linguagem e do seu sentido mais profundo enquanto exercício de cidadania. De A a Z, de «Decência» a «Raiva», de «Ambiente» a «Optimismo», de «Eu» a «Tu», este dicionário-manifesto reúne as palavras que o autor considera essenciais para a nossa capacidade de descrever, imaginar e construir um mundo melhor. Não para que nos escondamos atrás delas, mas sim para que as usemos de verdade, como agentes da esfera pública.
| ISBN | 9789896716844 |
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| Ano | 2022 |
| Número de páginas | 152 |
| Editora | Tinta da China |
| Categorias |
Livros > Literatura
John Freeman
John Freeman nasceu em Cleveland, em 1974, e vive em Nova Iorque. É escritor, editor e crítico literário. Licenciou‑se no Swarthmore College, Pensilvânia. É artist‑in‑residence na New York University. Escreveu dois livros de não-ficção — The Tyranny of E‑mail e Como Ler Um Escritor (Tinta-da-china, 2013) —, um de poesia — Mapas (Tinta-da-china, 2019) — e organizou as antologias Tales of Two Cities e Tales of Two Americas. Foi editor da Granta em língua inglesa durante vários anos, e o grande dinamizador do seu processo de internacionalização. Em 2015, fundou a revista literária Freeman’s, que dirige desde então e que conta já com edições internacionais.É também editor executivo do LitHub, um website dedicado à literatura e à cultura livresca. Os seus textos têm sido publicados em revistas e jornais como The New Yorker, The Paris Review ou The New York Times.
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