Os oito textos aqui compendiados condensam a minha reflexão acerca da utilização do corpo como suporte probatório no contexto processual penal. Neles se discute um modelo de compatibilização entre a tutela de um feixe de direitos fundamentais (integridade pessoal, liberdade, saúde, reserva da privacidade e da intimidade, direito à autodeterminação informacional) do imputado, suportados pela dignidade da pessoa humana, e, por outro lado, os interesses da pretensão punitiva do Estado, da verdade material e da proteção das vítimas.
Incidindo sobre a posição do arguido em matéria de prova corporal, o estatuto de identificação genético-criminal e alguns aspetos dos crimes de tortura e de roubo, a sua publicação simultânea adquire um (presuntivo) interesse acrescido.
As temáticas abordadas convocam-nos para um debate que integra a essência da Constituição Penal e, reflexamente, da Cidadania e da nossa Democracia.
| ISBN | 9789894030904 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 280 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Almedina |
| Coleção | Estudos |
| Categorias |
Livros > Direito > Direito Penal
Jorge dos Reis Bravo
Magistrado do Ministério Público desde 1986. Diretor da Delegação do Porto do CEJ (2002-2008). Coadjuvação na Procuradoria-Geral Distrital do Porto e nas Secções Criminais da Relação do Porto (2008-2012). Coordenador setorial do DIAP da comarca de Braga (2014-2015). Inspetor do Ministério Público. Procurador-geral-adjunto junto do Tribunal Constitucional (2021-2023). Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça (2023-2025). Integrou o Conselho de Redação da Revista do Ministério Público. Integrou a Comissão de Ética para a Saúde do Hospital de Braga. Atualmente jubilado como Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça. |


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