Duas peças de teatro que são cronologias íntimas sobre Moçambique, Portugal, história, memória e colonialismo.
Há demasiado tempo paralisado num limbo, Victor de Oliveira criou um mosaico narrativo que percorre a história íntima de um homem mestiço que nasceu em Moçambique e cresceu em Portugal. Entre a autoficção e a ficção social, em diálogo com o pai e com o passado, questiona as razões do negacionismo histórico, as disputas da memória coletiva, as experiências de crescer na indefinição.
Kumina é uma reflexão sobre o desenraizamento e a relação complexa entre os continentes africano e europeu. Puxando o fio da infância e, de novo, da autoficção, Victor de Oliveira fala de exílio, colonização, desalento e repetições da história, ao mesmo tempo que, numa cronologia íntima, liga o tráfico transatlântico à tragédia mais recente dos naufrágios no Mar Mediterrâneo.
| ISBN | 9789895950171 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 120 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Tinta da China |
| Categorias |
Livros > Artes > Teatro
Victor de Oliveira
Victor de Oliveira nasceu em Maputo, passou a adolescência em Portugal (onde começou a fazer teatro) e foi terminar a sua formação de actor no Conservatório de Paris, cidade onde vive desde então. Trabalhou com encenadores como Philip Boulay, Serge Tranvouez, Antoine Caubet, Clotilde Ramondou, Véronique Bellegarde, Myriam Muller, Gilles Bouillon, Michel Simonot, Michel Cerda, Yoshi Oïda, Brigitte Foray, Anne Torrès e Brigitte Jaques-Wajeman. Nos últimos anos colaborou sobretudo com Stanislas Nordey e Wajdi Mouawad. Encenou (e apresentou em Portugal) Magnificat, a partir de Fernando Pessoa (Festival de Almada, 2000), Final do Amor, de Pascal Rambert (Culturgest, 2016), Incêndios, de Wajdi Moua-wad (Culturgest, 2019), Limbo (TBA, 2021; prémios SPA de melhor texto e melhor espectáculo), |


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