Uma importante obra que apresenta o pensamento dos primeiros filósofos gregos e o seu enquadramento histórico. A constante transcrição de fragmentos fundamentais e uma extensa bibliografia permitem o acesso ao estudo de fundo da Filosofia grega. O autor, ao fazer uma leitura moderna dos Pré-Socráticos, não esquece a densidade histórica que nos separa deles; daí a importância das recorrências aos modernos filósofos, na sua interpretação dos antigos.
Em sete capítulos, o autor aborda sucessivamente os Jónios, o Pitagorismo, Heráclito, os Eleatas, Empédocles de Agrigento, Anaxágoras de Clazómenas e os Atomistas.
| ISBN | 9789724420684 |
|---|---|
| Ano | 2017 |
| Número de páginas | 128 |
| Edição | 2ª Edição |
| Capa | Brochada |
| Editora | Edições 70 |
| Coleção | Biblioteca Básica de Filosofia |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
Jean Brun
Jean Brun (1919-1994) foi um filósofo francês, nascido em Agen no seio de uma família protestante. Depois de concluir o bacharelato em Letras em 1937, estudou na Sorbonne e obteve a agregação de Filosofia em 1946, já depois dos anos difíceis da Segunda Guerra Mundial. Iniciou a carreira docente em Nîmes e Bordéus, defendendo a sua tese de doutoramento em 1961. No mesmo ano foi nomeado professor na Faculdade de Letras e Filosofia da Universidade de Dijon, cargo que ocupou até 1986. Foi discípulo do filósofo e epistemólogo Georges Canguilhem. Especialista em Aristóteles e na filosofia grega antiga, Jean Brun dedicou igualmente uma parte significativa da sua obra a Kierkegaard e à filosofia cristã, sendo reconhecido como um pensador de formação cristã e sensibilidade conservadora. Autor extremamente prolífico, distinguiu-se como um dos grandes divulgadores da filosofia antiga em língua francesa, com obras de referência sobre o estoicismo, o epicurismo, o cepticismo e o neoplatonismo, várias delas integradas na célebre coleção “Que sais-je?” das Presses Universitaires de France. Colaborou ainda, entre 1991 e 1994, na revista católica “Catholica”. O seu trabalho foi distinguido com o Prémio Montyon da Academia Francesa em 1974, o Prémio Maujean em 1989 e o Prémio Biguet em 1993. |


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