In Adição aos Pensamentos Filosóficos
Publicado em 1746, à época sem autoria atribuída e de pronto proibida pelo parlamento de Paris, esta obra de Diderot toma por base o cristianismo para se debruçar sobre vários aspetos das religiões reveladas. Em Pensamentos Filosóficos, Diderot usa todos os seus recursos estilísticos para fazer do leitor um aliado, numa das primeiras obras filosóficas a trazer para o público letrado oitocentista o debate entre deísmo e religiões estabelecidas.
| ISBN | 9789724417899 |
|---|---|
| Ano | 2019 |
| Número de páginas | 70 |
| Editora | Edições 70 |
| Categorias |
Ebooks > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
Denis Diderot
Denis Diderot (1713–1784) foi autor de romances, peças de teatro e diálogos filosóficos, e um dos primeiros críticos de arte modernos. De 1747 a 1765, editou a Encyclopédie ou Dictionnaire raisonné des sciences, des arts et des métiers, com o filósofo e matemático D’Alembert. Estudou com os jesuítas em Langres, a sua terra natal, e recebeu, aos doze anos, a tonsura. Frequentou a Universidade de Paris, da qual recebe o grau de mestre em artes; estudou Direito, sem completar o curso. Foi deserdado pelo pai, insatisfeito com a vida diletante que levava em Paris. Em 1742, Diderot conheceu Jean-Jacques Rousseau, de quem se tornou amigo. Deu início à actividade de tradutor em 1743, de que se destaca a sua versão de An Inquiry Concerning Virtue or Merit, de Shaftesbury. Em 1746, foi publicada anonimamente a sua primeira obra original, Pensamentos Filosóficos. Segue-se uma longa lista de obras de romanescas e filosóficas, entre as quais Les Bijoux indiscrets (1748); Carta sobre os cegos para uso daqueles que vêem (1749), Suplemento à viagem de Bougainville (1772). Algumas das suas obras mais conhecidas, como Jacques, o Fatalista (1778), A Religiosa (1796) e O Sobrinho de Rameau (1891), foram publicadas postumamente. Apesar de considerado um dos mais importantes pensadores do Iluminismo, experimentou grandes dificuldades económicas, dando aulas, traduzindo e escrevendo para se sustentar. Em 1765, Catarina II, a imperatriz da Rússia, comprou-lhe a biblioteca, em títulos de renda vitalícia; em 1773, Diderot foi visitá-la à Rússia. Morreu a 31 de Julho de 1784, em Paris. |


Reviews
There are no reviews yet.